quinta-feira, 7 de abril de 2016

A consciencialização e o alcance dos objetivos

Caros leitores,

Hoje viemos falar de culpa e de consciencialização
A consciencialização não é o mesmo que a culpa como sabem, nunca se poderão sentir culpados por nada mas sim agradecidos pela consciencialização, porque faz vos abrir os olhos para o mais correto a fazer.
 Tal como alguém que eu muito admiro disse-me ''A culpa é uma praga sobre a terra-o veneno que mata a planta'', também me ensinou que nunca evoluiremos com a culpa, apenas murcharemos e morreremos. Todos nós apenas procuramos consciencialização . Mas a consciencialização não é culpa, e o amor não é medo. O medo e a culpa são os nossos únicos inimigos, o amor e a consciencialização, são os nossos verdadeiros amigos. Mas nunca os confundam, pois um matar-nos-á e o outro nos dará vida.
 Uma questão que pode vir á mente de quem está a ler isto:
Nunca me devo sentir culpado de nada?
A resposta é não, jamais. Para que serve isso? Só para que não gostes de ti próprio quando não há motivo--e isso liquida qualquer possibilidade de gostares de mais alguém.
Outra pergunta que pode surgir:
Então não devemos ter medo de nada?
A resposta é não, o medo e a prudência são duas coisas diferentes.
Devemos ser prudentes e conscientes, mas não medrosos. O medo paralisa enquanto que a consciência mobiliza.
Mobiliza-te não paralises.

Tal como também para quem quer ''ser feliz'' pode alcançar isso ''sendo feliz'' ( literalmente agir como se o fosse ou tivesse pois aí  o irá conseguir) tal como na expressão quem espera sempre alcança, esperar e acreditar são as chaves principais. ''Decidir antecipadamente o que escolhes ser faz com que isso se reproduza na tua experiência'', por outras palavras fingir até conseguir, mas não fingir literalmente os nossos actos têm de ser sinceros, ao contrário do que podemos fazer com pessoas, o Universo não pode ser manipulado. O corpo faz algo que a mente não acredita, mas a mente tem que acrescentar o ingrediente da sinceridade à acção do corpo para que ela resulte.

Mas como pudemos fazer a mente acrescentar sinceridade?
Retirando o egoísmo do ganho pessoal, a mente pode não conseguir concordar sinceramente que as acções do corpo te podem trazer o que escolhes, mas a mente parece ter muito clara a noção de que Deus, através de ti, trará coisas boas a outrem.
    Portanto o que escolhes para ti dá a outro.
''O que escolheres para ti. dá a outro.
Se optares por ser feliz faz com que outra pessoa seja feliz.
Se optares por ser mais próspero, faz com que outro prospere.
Se optares por ter mais amor na tua vida, faz com que outro tenha mais amor na sua''
 Fá-lo sinceramente- não porque buscas o ganho pessoal mas porque queres realmente que a outra pessoa tenha isso-e todas as coisas que deres voltarão para ti.
(Mas porque é assim? E como funciona?) 

A resposta:
-O próprio acto de dares qualquer coisa faz com que experiêncies que tens de dar. Como não podes dar a outro aquilo que não tens, a tua mente chega a uma nova conclusão, um Novo Pensamento sobre ti- que tens de ter aquilo que dás porque senão não poderias estar a dá-lo.
Esse Novo Pensamento torna-se assim a tua experiência. Começas a ''ser'' isso. E, quando começas a ''ser'' uma coisa, pões marcha uma das máquinas  de criação mais poderosas do Universo- o teu Eu Divino.
Seja o que for que estajas a ser, estás a criar.


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